segunda-feira, 4 de julho de 2016

Vizinho de janela

Ainda se descobrindo como menina, Karina aproveita seus breves momentos sozinha em casa para aparecer, atiçar seu lado masculino e sumir abruptamente no momento em que ele obtêm prazer. Como Kako é um adolescente que acabou de entrara na faculdade, qualquer imagem feminina mais picante lhe acorda rapidinho. Até mesmo a sua própria na frente do espelho enquanto veste um conjunto de lingerie com meias 7/8 roubadas de uma gaveta alheia. A propósito, essa imagem feminina refletida no espelho ganhou o nome de Karina recentemente.

Mesmo praticando alguns esportes frequentemente, seu corpo ainda não havia se desenvolvido. Tem altura de adulto, já o porte físico, porém, de um adolescente. Pode-se dizer que o resultado são traços andróginos. A magreza cria a cintura feminina, o tronco pequeno se molda facilmente a um sutiã com bojo e as pernas compridas são de invejar. Pelos são poucos e finos, nem aparecem. Consegue imaginar esse corpo em cima de um salto?

Kako se entusiasmava facinho olhando a Karina no espelho fazendo poses. Seu vizinho, a poucos metros da janela, também, mas ele olhava diretamente para o corpo dela. Eles moravam em um conjuntinho de prédios baixos, ambos no 2º andar e a distância entre as janelas não dava 5 metros. Motivo pelo qual Kako costumava lembrar de fechar as cortinas antes de se montar.

Um dia, estava tão entusiasmado com uma nova lingerie encontrada na gaveta da irmã que acabou se esquecendo das cortinas. O vizinho naquele dia estava checando o portão de entrada pela janela constantemente para ver se chegava uma certa encomenda. Numa dessas olhadas ele se deparou com uma menina dançando na frente do espelho de lingerie e salto alto e resolveu ficar admirando ela por um tempo.



Karina do outro lado fazia a festa na frente do espelho, até arriscava alguns passos de dança em cima do salto. A janela aberta trazia a quantidade de luz que o seu corpo merecia. Em algum momento ela percebeu o erro e se meteu na frente da janela descontraída enquanto ajeitava os tecidos da cortina. Até que percebe o sorriso safado no rosto de um homem na janela da frente. O primeiro impulso foi sair da frente e fechar o mais rápido o possível.

Espiou pelo tecido semitransparente e notou que ele continuava ali parado. Seus pensamentos foram "Quando será que ele me notou? Não lembro de ter conhecido quem mora no apartamento da frente. Será que ele já me viu como Kako? Pelo menos a cara dele era de quem estava gostando. Acho que vou me arriscar um pouco hoje...". Aos poucos afastou a cortina e colocou o rosto na frente da janela. Eles se encararam um pouco. Ele pisca. Ela sorri delicadamente. O coração dela bate forte e ela fecha a cortina de vez.

Daí em diante ela fazia questão de esquecer a janela aberta para o admirador, pena que nem sempre ele estava lá. Mas quando estava eles trocavam provocações. Algumas bobas. Outras mais ousadas. Quando Karina chupou um dedo olhando nos olhos do vizinho e finalizou apontando para o membro dele acabou ganhando a oportunidade de conhecê-lo de longe. Tinha o mesmo tom escuro do rapaz, uma cabeça bem desenhada e mal cabia na mão dele. Foi o que pode notar à distância.

Após várias dessas provocações em uma certo dia ela é surpreendida com uma ligação pelo interfone. Antes de ela ir para a frente da janela, o vizinho tinha a notado ela finalizando a montagem na frente do espelho e resolveu tentar a sorte. Karina vai até a cozinha, onde está localizado o aparelho do intefone, deixa ele tocar um pouco mais, respira profundamente e atende com a voz mais feminina que conseguiu fazer na hora.

Karina: Olá?

Vizinho: Oi vizinha, sou Raul, o rapaz da janela.

Karina: ...

Vizinho: Posso ir aí?

Karina: Você sabe que sou...

Vizinho: Sei sim, mas vou te tratar como minha vizinha.

Karina: Então venha.

Vizinho: ...

Karina: Alô?

Vizinho: Sério?

Karina: Aproveita que só tenho até o fim da tarde.

Vizinho: Ok.

O coração de Karina acelera. Ela está vestindo uma cinta liga preta que pega toda a região do abdome, uma calcinha com tecido de oncinha e amarração na lateral e meias 7/8 pretas. Seu sapato é da coleção própria, um preto com salto metálico. Em cima uma blusinha preta de manga comprida colada no corpo e cujo corte acabava logo nos seios. Para falar a verdade era a roupa mais sexy que ela tinha.

Pensou rápido e preparou a casa. Deixou a porta de entrada só encostada, foi para o quarto, ligou uma música latina em volume alto e começou a dançar sozinha, como costuma fazer na frente do espelho. Ouviu ele entrando e fechando a porta. Logo depois ele entra no seu quarto e encosta a porta. Não parava de secar suas curvas. Já retirou o sapato, a calça e ficou admirando ela dançar por um instante. A cueca boxer mal acomoda seu membro ereto.

O vizinho aproveita o momento que ela está completamente de costas rebolando e se aproxima. Mal encosta a cintura nela e sente a mão quente de Karina o acariciando sobre a cueca. Ela o ajusta para frente e encaixa a sua bunda nele para continuar a dançar. Malandro, Raul abaixa a cueca e deixa o membro deslizar livremente sobre a pele da menina. Agarra a cintura dela e entra no ritmo da música.

Karina estava apoiada na parede enquanto rebolava e aos poucos foi jogando o corpo para trás, até encostar suas costas no peito de Raul. Ele então desliza as mãos para cima e para baixo no corpo dela, da coxa ao pescoço. Começa a beijar a base da nuca e desliza os lábios até a orelha. Morrendo de tesão ela se vira, abaixa, afasta bem a peruca da boca e coloca a cabeça inteira dentro da boca. Na frente da boca ela fecha a mão direita e o masturba enquanto chupa de leve a ponta.

Aos poucos acompanha o movimento da mão com a sua própria cabeça. Nota que mesmo com uma mão na frente é difícil aguentar até o final. Brinca mais um pouco com a mão enquanto descansa a boca desacostumada. Uma ultima chupada antes de voltar a se levantar e dançar com o vizinho super atiçado. A pegada ficou tão forte nesse instante que ela força uma pausa para que ele coloque a camisinha.

Karina não sabe bem como agir quando vê ele se agachando atrás dela, mas logo cede ao perceber que ele foi lamber o seu ânus. Aquilo, além de lubrificar, sensibilizava o local de um jeito único. Durante um tempo foi ótimo, no entanto ela queria mais ação e mais rápido, pois alguém sempre podia chegar em casa antes do horário. Afastou o rosto dele com o quadril e olhou para trás sorrindo.

Recado compreendido. Com uma mão ele apoia o quadril dela e com a outra ele guia sua cabeça para entrar cuidadosamente. Foi mais fácil do que ele esperava. Aos poucos ia para frente e para trás, sempre notando o gemido da vizinha. Eles entraram em ritmo facilmente com a música de fundo. A feminilidade estava solta assim como enquanto ela estava dançando. O prazer de ambos estava no ápice.

Pensando em prolongar o ato, Raul retira o pênis de dentro e o bate sobre a bunda dela algumas vezes. Se aproxima da orelha e sussurra "Você é perfeita mesmo de perto". Volta a a apertar pela cintura enquanto bombava devagar. Beija o pescoço de um lado a outro. Aproxima os lábios da orelha dela e pergunta "quer mudar de posição?".

Karina vira para trás, pensa um pouco e já se decide. Resolve ficar em posição de frango assado sobre a sua escrivaninha de madeira. Aproveita a pausa para entregar um frasco de lubrificante para o parceiro. Momentos depois eles estão com movimentos bruscos e sonoros. As mãos dela as vezes estão segurando as pernas e as vezes estão dando prazer a si mesma.

Cada vez que ele quase que tira completamente e retorna a colocar até o fim ela dá um suspiro alto. A sensibilidade está tão intensificada que mal consegue manter a mão sobre a sua calcinha. Não aguenta mais, tira o próprio brinquedo de dentro da calcinha, aperta firme e geme enquanto solta jatos e jatos sobre sua lingerie. O parceiro, que também está no clímax, retira o membro de dentro do ânus, arranca a camisinha numa puxada e se masturba por instantes. Instantes depois ele mira no escroto da vizinha e despeja seus fluidos sobre ela.

O fim foi menos estranho do que ela esperava. A afeição dele se encontrava de um safado feliz mesmo após gozar e até foi ela quem logo o expulsou por ter medo de ser pega de surpresa. Estar vestida já seria chocante, imagina com um cara no quarto? Pelo menos antes de sair ele a prensou na parede, passou o número de celular e sussurrou ao pé do ouvido "prazer em te conhecer, me avisa sempre que quiser mais".
4 Comentário(s)
Comentário(s)

4 comentários:

Anônimo disse...

Adorei!!!!

Patty Nandez

Brendha Naug disse...

Amei a história, muito bem contada.

Mykaela Silva disse...

Adorei, fique excitada só de ler bjs !!!!

Karine disse...

Amei!!!